Nunca de morte natural…

O amor nunca morre de morte natural. Ele morre porque nós não sabemos como renovar a sua fonte. Morre de cegueira e dos erros e das traições . Morre de doença e das feridas; morre de exaustão, das devastações, da falta de brilho”

 

Anais Nin .


5 comentários sobre “Nunca de morte natural…

  1. É um paradoxo: Ansiamos desesperadamente o amor, mas quando o temos ele acaba, não por prazo de validade vencido. As causas são em sua maioria antinaturais e ocultamente intencionais. Fazer o que? – Amar sempre… É maravilhoso enquanto dura.

  2. É verdade.
    A conquista tem que ser diária. Precisa ser cultivado, regado.
    Hoje entendo que o brilho acabou e as doenças acabaram tomando conta até que definhou totalmente.

    Bjok.

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