Um monstro

O pecado, compreendia agora, estava dentro dele, deitava raízes, alastrava-se pelos dutos da alma. Precisava detê-lo, cavar um fosso na mata incendiada, ou deixar-se abrasar até a destruição total. Sou um monstro, pensou. Um pesadelo estúpido revelava a sua face oculta, a podridão escondida nas profundezas do espírito, e jogava por terra todas as ilusões que mantinha a respeito de si próprio.
Nem justo, nem puro, nem bom.
Um monstro”

. Charles Kiefer in Valsa para Bruno Stein .

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