Primavera Tardia

Frio e nuances
De preto e branco
Quero ter outros tons
Florescer
Primavera tardia
Me pintar
Mais intensa
Tons degradê de vermelho

{ Lyani }

Licença Creative Commons
Esta obra está licenciada sob uma Creative Commons Atribuição-Uso não-comercial-Vedada a criação de obras derivadas 3.0 Brasil License.

10 comentários sobre “Primavera Tardia

  1. Roberta disse:

    Nada como uma corzinha pra alegrar a vida…
    Vc ficaria bem em tons degradê de vermelho…mas vc já é suficientemente intesa minha irmã querida…

    Amo-te…

    Estava com saudades…

    Prometo não sumir mais…

    Bjos

  2. O Trovador disse:

    Nossa, que poema dificil. Quero dizer, eu percebo o sentido, mas não consigo processa-lo racionalmente.

    Mostra o eu-lírico querendo se transformar, de preto e branco a tons vermelhos, numa espécie de primavera que demorou a chegar. É isso?

  3. vivi disse:

    Ly, perfeito! Identifiquei-me bastante com essa atmosfera de transformação. E como não apreciar essa concisão que diz tudo sem exageros ou omissões?

    Valeu!

    Beijocas

  4. Robson Ribeiro disse:

    Ly, você é boba! rsrs

    Como é possível comentar no meu blog que você tem vergonha do que escreve?!?!?!

    Vergonha é não escrever. É, como diz Gullar, estar cheio de vozes e passar vida sem falar…

    Admiro muito a sua arte e sua inteligência.

    E o poema acima é belo.

    Beijos, menina! E obrigado pelos elogios…

  5. Eldinha disse:

    TANTA TINTA

    Ah! menina tonta,
    toda suja de tinta
    mal o sol desponta!

    (Sentou-se na ponte,
    muito desatenta…
    E agora se espanta:
    Quem é que a ponte pinta?
    com tanta tinta?…)

    A ponte aponta
    e se desaponta.
    A tontinha tenta
    limpar a tinta,
    ponto por ponto
    e pinta por pinta…

    Ah! a menina tonta
    Não viu a tinta da ponte!

    Cecília Meireles

    ~~

    *Use todas as cores, Ly…e divirta-se com tanta tinta…a primavera não será uma estação…a estação será você…

    Abraços

  6. Patí Costanti disse:

    Gostaria de encontrar-te na primavera
    Quando florescem as marcelas
    Gostaria de encontrar-te num campo florido
    E do imenso verde degradé de teus olhos
    Verter-me num setembro multicolorido

    (tuas palavras inspiram palavras de outros)

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