E não há remédio.

Por que aceitar o que não substitui
a água pura, o vinho do vinhedo,
o pão profundo que não era nosso pão,
as presenças insignes ou impuras
que eramos nós mesmos e não estão,
e não porque estão mortas, mas sim
porque não estão, e não há remédio”.

. Pablo Neruda in Elegia .

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