14.03 [12] – Dia Nacional da Poesia

Um poema como um gole dágua bebido no escuro.
Como um pobre animal palpitando ferido.
Como pequenina moeda de prata perdida para sempre na floresta noturna.

Um poema sem outra angústia que a sua misteriosa condição de poema.

Triste.
Solitário.
Único.
Ferido de mortal beleza”.

. Mário Quintana in 80 anos de poesia .