Nada Esperava

Ainda não cansara de existir e bastava-se tanto que às vezes, de grande felicidade, sentia a tristeza cobrí-la como a sombra de um manto, deixando-a fresca e silenciosa como um entardecer. Ela nada esperava. Ela era em si, o próprio fim”.

. Clarice Lispector in Perto do Coração Selvagem .

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