31.07 – 48º Aniversário de J. K. Rowling

As histórias que mais amamos vivem em nós para sempre, então se você retornar pelas páginas ou pela tela, Hogwarts sempre estará lá para lhe dar as boas vindas”.

. J. K. Rowling .

30.07 – 195º Aniversário de Emily Brönte

“Morro dos Ventos Uivantes” é o nome da morada do sr. Heathcliff; uma denominação tipicamente provinciana que descreve o tumulto atmosférico a que a construção se vê exposta durante as tempestades. De fato, lá no alto deve haver rajadas puras e revigorantes a qualquer hora: chegamos a imaginar a força do vento norte soprando para além do precipício graças a uns poucos abetos retorcidos nas imediações da casa; e por uma cerca de espinheiros magros, todos estendendo os galhos na mesma direção, como que pedindo esmolas ao sol.

Emily Brönte in O Morro dos Ventos Uivantes

Às vezes, um livro

Às vezes, um livro enche você de um estranho fervor religioso, e você se convence de que esse mundo despedaçado só vai se tornar inteiro de novo a menos que, e até que, todos os seres humanos o leiam”.

. John Green in A Culpa é das Estrelas .

25.07 [13] ─ Dia Nacional do Escritor

Talvez pudesse viver sem escrever, mas não creio que pudesse viver sem ler. Ler – descobri – vem antes de escrever. uma sociedade pode existir – existem muitas, de fato – sem escrever, mas nenhuma sociedade pode existir sem ler”.

. Alberto Manguel in Uma História da Leitura .

Memória

_Me lembrava de que você era linda.
_A memória engana.
_Não. Seu rosto é o mesmo, só não lembro mais o que ‘lindo’ quer dizer”.

. Orson Scott Card in O Jogo do Exterminador .

Resenha: O Teorema Katherine


Livro:
O Teorema Katherine
Autor(a): John Green
Editora: Intrínseca
Páginas: 304

Nota: 4
(sendo: 1- Não gostei 2- Gostei pouco; 3- Gostei; 4- Gostei bastante; 5Adorei)

 

 

Eu gostaria muito de ter lido os livros de John Green na ordem em que ele os escreveu. Por que eu tenho que confessar que “A Culpa é das Estrelas” arruinou a minha capacidade de olhar criticamente para as obras desse autor. Não consigo mais ser impessoal e neutra. Eu fiquei irremediavelmente apaixonada e sei que estarei sendo passional nessa resenha, como talvez não seria sem Hazel e Augustus me lembrando de como esse autor é genial.

Certo, genial ele realmente é, porque apesar de achar que a história não prendeu tanto a atenção, que o enredo é bem mais ameno e em algumas partes sem tempero, John Green consegue mostrar a que veio nos pequenos detalhes. A construção de seus personagens é impecável, e fica impossível não se apaixonar por eles, todos eles, até mesmo aqueles que você acha irritante. Vale ressaltar também sua preocupação ao longo do texto com suas notas e também no apêndice ao final do livro. É o tipo de qualidade na escrita e respeito com o leitor que não se tem hoje em dia na grande maioria dos livros.

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Energia

Não nascemos, nem morremos. Como toda energia, nós simplesmente mudamos de forma, de tamanho e de manifestação. Os adultos se esquecem disso quando envelhecem. Ficam com medo de perder e de fracassar. Mas essa parte que é maior do que a soma das partes não tem começo e não tem fim, e portanto, não pode falhar”.

. John Green in Quem é você, Alasca? .