EXPOSIÇÃO: A Biblioteca à Noite

“Há alguns anos tenho um sonho recorrente. Estou em uma biblioteca – pouco iluminada tal como era a minha na França, com abajures verdes, teto alto, quase invisível – e caminho  implacavelmente pelos corredores cobertos de livros, imaginando quais os volumes que distingo pela lombada. Percebo que esses livros imaginários são um sonho no sonho e começo a reconstruir mentalmente os textos que acredito ter lido, os que eu gostaria de ler um dia ou os que li e esqueci, em um tipo de ressurreição forçada”. 

. Alberto Manguel in A Biblioteca à Noite .

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