#LibraryShelfieDay

#LibraryShelfieDay 📚 📖 💞

Com o objetivo de incentivar as pessoas a compartilharem seu amor por livros e bibliotecas, a Biblioteca Pública de Nova York criou, há alguns anos, o Library Shelfie Day. A ideia é simples: as pessoas devem tirar uma foto de uma estante de livros (sua ou da sua biblioteca local) e compartilhá-la com a hashtag #LibraryShelfieDay.

Retrospectiva Literária 2015

  • A aventura que me tirou o fôlego: Os Sete – André Vianco
  • O terror que me deixou sem dormir: A Queda do Governador 2 – Robert Kirkman, Jay Bonansinga;
  • O suspense mais eletrizante: Um Corpo na Biblioteca – Agatha Christie; 
  • O romance que me fez suspirar: À Primeira Vista – Nicholas Sparks;
  • A saga que me conquistou: Jogos Vorazes – Suzanne Collins;
  • O clássico que me marcou: O Diário de Anne Frank;
  • O livro que me fez refletir:  365 Dias Extraordinários – R. J. Palacio;
  • O livro que me fez rir: O Amor é um Cão dos Diabos – Charles Bukowski;
  • O livro que me fez chorar: No Silêncio das Paixões – por Schellida; 
  • O livro de fantasia que me encantou: Star Wars: O Caminho Jedi;
  • O livro que me decepcionou: Extras – Scott Westerfeld;
  • O livro que me surpreendeu: Até o Dia em Que o Cão Morreu – Daniel Galera;
  • O livro que devorei: O Casamento do Céu e do Inferno – William Blake;
  • O livro que abandonei: Quando Tudo Volta – John Corey Whaley;
  • A capa que amei:

  • O thriller psicológico que me arrepiou: O Fim da Infância – Arthur C. Clark  (Eu sei, é ficção-científica, mas também acho que se encaixaria nesse gênero e literalmente me arrepiou)
  • A frase que não saiu da minha cabeça:

A leitura não depende da organização do tempo social, ela é, como o amor, uma maneira de ser. A questão não é saber se tenho tempo para ler ou não (tempo que, aliás, ninguém me dará), mas se me ofereço ou não à felicidade de ser leitor”.

. Daniel Pennac in Como um Romance .

  • O(a) personagem do ano: Karellen – Senhor Supremo – O Fim da Infância
  • O casal perfeito: Personagem principal (sem nome) e Marcela – Até o dia em que o Cão Morreu;
  • O(a) autor(a) revelação: André Vianco.
  • O(a) autor(a) que mais esteve presente entre as minhas leituras: André Vianco.
  • O gênero literário que mais li: Fantasia e Ficção Científica;
  • O gênero literário que preciso ler mais: Clássicos;
  • O melhor livro nacional: Poesia Completa – Manoel de Barros; 
  • O melhor livro que li em 2015: Como um Romance – Daniel Pennac;
  • Li em 2015: 28 livros.
  • A minha meta literária para 2016 é: ler os livros que estão em minha estante. 

[TAG] Descobrindo novos Blogs

Olá leitores amigos!!!
Fui convidada por Lay Santos do Blog Virando a Página para participar da TAG “Descobrindo novos Blogs” e vamos às regras:

    • Agradecer a quem te indicou, colocando o nome e o blog da pessoa que te indicou;
    • Responder as perguntas abaixo;
    • Indicar até 10 blogueiros para responderem a tag;
    • Avisá-los do convite;
    • Formular 10 perguntas para eles responderem.

01. Qual o seu livro favorito?

O Morro dos Ventos Uivantes – Emily Brönte 

02. De onde surgiu a inspiração/vontade para fazer um blog?

Quando mais nova tinha um caderno onde guardava tudo que eu gostava. Guardava trechos de livros, poemas, os nomes dos livros que eu lia, dos filmes que assistia, de artistas favoritos, enfim… era um baú de coisas queridas que eu guardava com muito carinho, pois sempre gostei muito de guardar. E esse é o motivo deste blog: guardar. Guardar tudo que mais gosto e admiro. Mas guardar compartilhando, mostrando, publicando, repartindo. Poucas coisas aqui são realmente minhas e por isso o blog se chama “Entre Aspas”. É uma coleção de memórias, trechos, livros, recortes, enfim… Uma coleção muito querida e que me faz muito bem, e que não gostaria de perder nunca.

03. Você tem um ator ou/e atriz favorita? Quais?

Sim. Minha atriz favorita é a Rachel Weisz (A Múmia,  O Jardineiro Fiel) e meu ator favorito é o Ralph Fiennes (O Morro dos Ventos Uivantes e o Voldemort de Harry Potter *-*)

04. Seus autores favoritos são?

Clarice Lispector, Sidney Sheldon, Emily Brönte, Carlos Ruiz Zafón, Markus Zusak, José Saramago, Gabriel Garcia Marquez, dentre outros tantos…

05. Uma música que você acha que todo mundo deveria ouvir? Porque?

Fake Plastic Trees – Radiohead, porque sou apaixonada pela banda e porque acho que essa música tem um significado especial!

06. Um sonho bom que você lembre de ter tido.

Eu era bibliotecária na Library of Congress ❤

07. O que você queria ser quando criança?

Bióloga, pois amo animais. Acabei virando Bibliotecária, por amor aos livros ❤

08. Como você se imagina daqui a 10 anos?

Lendo muitos livros, sentada na poltrona da minha biblioteca particular!

09. Um hobbie?

Ler!

10. Um sonho que você acha improvável, mas quer muito?

Ser Bibliotecária na Biblioteca Nacional do Rio, Library of Congress ou Biblioteca de Alexandria 😛

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Lay Santos, muito obrigada pelo convite e pelo carinho!!! Adorei a TAG!!
Indico esta TAG para: Poetriz, CosmopolitanGirl e OPontoFinal
E as minhas perguntas são:

  1. Qual livro você está lendo?
  2. Qual seu gênero de leitura favorito?
  3. Qual seu/sua personagem favorito(a)?
  4. Você mudaria o final de algum livro? Qual?
  5. Quantos livros já leu este ano?
  6. Tem uma meta para o ano que vem?
  7. Qual adaptação de livro para o cinema você amou? Por que?
  8. Qual adaptação de livro para o cinema você odiou? Por que?
  9. Já escolheu algum livro pela capa? Qual?
  10. Você tem uma citação favorita? Compartilhe.

Caso alguém queira responder a TAG, sinta-se à vontade, e comentem aqui para que eu possa ler suas respostas! 🙂

Retrospectiva Literária 2013

  • A aventura que me tirou o fôlego: Inferno – Dan Brown
  • O terror que me deixou sem dormir: A Ascensão do Governador – Robert Kirkman, Jay Bonansinga;
  • O suspense mais eletrizante: O Caminho para Woodbury – Robert Kirkman, Jay Bonansinga 
  • O romance que me fez suspirar: O Lado Bom da Vida – Matthew Quick
  • A saga que me conquistou: A Guerra dos Tronos – George R. R. Martin
  • O clássico que me marcou: Romeu e Julieta – W. Shakespeare;
  • O livro que me fez refletir:  Quem é você, Alasca? – John Green;
  • O livro que me fez rir: É Agora ou Nunca – Marian Keys 
  • O livro que me fez chorar: A Culpa é das Estrelas – John Green 
  • O livro de fantasia que me encantou: O Oceano no Fim do Caminho – Neil Gaiman;
  • O livro que me decepcionou: Como eu era antes de você – Jojo Moyes
  • O livro que me surpreendeu: O Tempo entre Costuras – Maria Dueñas;
  • O thriller psicológico que me arrepiou: O Jogo do Exterminador – Orson Scott Card (Eu sei, é ficção-científica, mas também acho que se encaixaria nesse gênero e literalmente me arrepiou)
  • O livro mais criativo: Animais Fantásticos & Onde Habitam – J. K. Rowling
  • O melhor HQ: Fernando Pessoa e outros pessoas – Davi Fazzolari (em HQ, achei sensacional!)
  • O infanto-juvenil que se superou: Quadribol através dos Séculos – J. K. Rowling
  • O livro que mudou a minha forma de ver o mundo: O Jogo do Exterminador – Orson Scott Card 
  • A capa mais bonita: História Natural de Pablo Neruda – Vinícius de Moraes

  • A frase que não saiu da minha cabeça:
Achávamos que éramos os únicos seres pensantes no Universo, até que encontramos vocês. Nunca sonhamos que o pensamento pudesse surgir em animais solitários que não são capazes de sonhar os sonhos uns dos outros”.
. Orson Scott Card in O Jogo do Exterminador .
  • O(a) personagem do ano: Fermín de O Prisioneiro do Céu – Carlos Ruiz Zafón
  • O casal perfeito: Emma Woodhouse e George Knightley (Emma – Jane Austen)
  • O(a) autor(a) revelação: John Green
  • O melhor livro nacional: De amor e amizade – Clarire Lispector
  • O melhor livro que li em 2013: O Jogo do Exterminador – Orson Scott Card 
  • Li em 2013: 58 livros.
  • A minha meta literária para 2014 é: ler os livros que estão em minha estante. Ler mais clássicosnacionais e obras com maior valor literário. (tive que roubartilhar da Angélica Roz, porque é exatamente isso!!)

“Plante uma Árvore”

FLORICULTURA LANÇA ATITUDE SUSTENTÁVEL

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A Serra do Gandarela está posicionada em Minas Gerais, há cerca de 40 km de Belo Horizonte, entre a Serra do Curral e a Serra do Caraça, envolvendo os municípios de Caeté, Barão de Cocais, Santa Bárbara, João Monlevade e Ipatinga, dependentes do fornecimento de água dos mananciais (Bacia do Rio das Velhas e São Francisco, e do Rio Piracicaba e Doce) dessa região. Com uma reserva de Quadrilátero Ferrífero e uma variedade de nascentes e cachoeiras, biomas de Mata Atlântica, vegetação rupestre e cangas, danificados pela mineração local e ações de desmatamentos constantes.

No dia 22 de novembro 2012 a flores para comprar Ikebana BH deu inicio a campanha Plante uma Árvore no Gandarela, por meio de divulgações em redes sociais e plantio de mudas características nas áreas mais devastadas da região. Por causa da campanha, a Floricultura Ikebana Flores também está contribuindo com a conscientização da população sobre as agressões ambientais sobrevindas no Gandarela e instigando novas ações de plantio através das redes sociais.

Até agora, quase 100 mudas foram plantadas com a ajuda de blogueiros e sIMG_248ites que estão apoiando à campanha, em decorrência disso, as ações de plantio permanecerão por tempo indefinido. O plantio começou em janeiro de 2013 e terá continuidade em outubro, satisfazendo a um cronograma de plantio que ocorre em meses nublados, pois são adequados a essas ações.

Desde o princípio da campanha a Ikebana Flores está oferecendo mudas de ipê amarelo, ipê branco, sucupira, pata de vaca, tamarino, peroba, entre outras, típicas do cerrado. Basta comparecer na Av. Getúlio Vargas, 1697, Savassi; de 2ª feira a 6ª feira, no horário de 10h00 as 19h00.

Participe! Gandarela precisa de você.

Texto: *
Por Thais Alessandra,
do
Coletivo Cirandar.

Retrospectiva Literária 2011

  • O livro infanto-juvenil que mais gostei: Os Pinguins do Sr. Popper – Richard e Florence Atwater

Esse livro é um encanto. Sei que sou suspeita pra escrever porque a história é sobre pinguins e pinguins são, do mundo inteiro, os animais mais fofos, interessantes, curiosos, engraçados e LINDOS! Já deu pra notar que eu amo pinguins? Pois é, sou super fã dessas aves curiosas. Somado a esse pequeno detalhe, está o fato da narrativa ser ótima, incrivelmente encantadora como se fosse uma história contada pela vovó. E daquelas que fazem bolos e biscoitos pra comer com leite quentinho numa tarde chuvosa. É bem essa a sensação que tive ao ler esse livro. Os personagens são encantadores e os pinguins são um toque especial na história.

  • A aventura que me tirou o fôlego: Viagem ao Centro da Terra – Jules Verne

Tive vontade de ser Axel e poder mergulhar nas entranhas do planeta ao lado do professor e de Hans, um nativo fiel que conduz ambos à essa aventura. A história se desenrola de forma contagiante, variando entre os momentos eufóricos de descobertas e as aflições que os protagonistas passam como a falta de água potável e comida. Fiquei encantada como é possível Verne ter escrito a história há tanto tempo e ainda hoje ela parecer tão contemporânea.

  • O terror que me deixou sem dormir: Não li nenhum do gênero.
  • O suspense mais eletrizante: Marina – Carlos Ruiz Zafón

Marina é o terceiro romance que leio de Zafón, embora tenha sido escrito antes de “A Sombra do Vento”, meu favorito e “O Jogo do Anjo”. Acredito que a essa altura eu já possa falar do autor com um pouco mais de profundidade e não há como não ser só elogios. A narrativa é simplesmente arrebatadora e te consome logo nas primeiras linhas. As histórias contadas por ele, são daquelas que, mesmo quando não se está com os livros na mão, ficam assaltando os pensamentos. Não sei se Marina entraria realmente no gênero suspense, mas Zafón sempre escreve mistérios sombrios que envolvem suspense na maioria de suas cenas. Vale a leitura!

  • O romance que me fez suspirar: Fazendo meu Filme 1,2 e 3 – Paula Pimenta

Fazendo meu filme é realmente como li em várias resenhas e ouvi de várias pessoas, um livro muito fofo. Traz sentimentos, pensamentos e lembranças muito gostosas desse momento tão mágico da vida que é a descoberta do primeiro amor, as amizades, a escola e as novidades que vão se abrindo para o futuro. É uma fase deliciosa da vida e poder relembrar dela com a leitura desse livro foi realmente muito gostoso. A narrativa de Paula Pimenta é muito agradável e não deixou a desejar, faz com que tenhamos vontade de continuar sem parar. Acho isso muito importante, principalmente em se tratando de um livro infanto-juvenil. O desenrolar dos acontecimentos é bem desenvolvido e as personagens são cativantes. Impossível não se apaixonar por Leo e Fani.

  • A saga que me conquistou: Coleção The Tudors – Philippa Gregory

Primeiramente tenho que confessar que desde que assisti o filme A Outra com Natalie Portman e comecei a acompanhar The Tudors no Liv (na época People&Arts), me apaixonei perdidamente pelas histórias de intriga, paixão, traição, amor e ódio da corte Tudor. Foi então que descobri Philippa Gregory e seus incríveis livros sobre esse período tão conturbado da história da Inglaterra. A narrativa de Philippa é simplesmente perfeita e as histórias contadas por ela nos cinco livros da saga Tudors são simplesmente imperdíveis!

  • O clássico que me marcou: Do Amor e Outros Demônios – Gabriel Garcia Marquez

Já li alguns livros de G. G. Marquez e por isso posso dizer com certeza que admiro muito sua narrativa. A história que ele conta poderia até não ser tão interessante ou fugir daquilo em que acreditamos, mas a maneira com que descreve os fatos é tão apaixonante que tudo se transforma como mágica. Afinal, não é a toa que ganhou o prêmio Nobel de Literatura. A leitura de seus livros é sempre prazerosa e com este não poderia ser diferente.

  • O livro que me fez refletir: Admirável Mundo NovoAldous Huxley

Admirável Mundo Novo me deixou inquieta assim como 1984 de Orwell. Ainda que este último tenha me afetado de forma bem mais opressora, Huxley não ficou muito atrás. Já nos primeiros capítulos o autor nos apresenta um mundo inimaginável (porém provável) onde as pessoas são condicionadas biologicamente e psicologicamente a existirem em concordância com as leis e normas sociais da época que não possuíam as éticas religiosas e apegos morais que regem a nossa atual sociedade. Quando algum indivíduo desse “futuro” sente desconforto, dúvida ou incerteza, consome uma droga chamada “soma” que dissipa esses problemas e deixa a pessoa “feliz”. Além disso a sociedade é organizada por castas e os indivíduos já são atencipadamente determinados e condicionados a serem parte de uma delas. Leitura obrigatória.

  • O livro que me fez rir: Auto da Compadecida – Ariano Suassuna

Ariano Suassuna me surpreendeu. A leitura de Auto da Compadecida é super agradável e arrancou várias risadas. O livro foi escrito com base em romances e histórias populares do Nordeste e conta a história de João Grilo e Chicó, dois empregados da padaria da cidade. Além disso, é interessante citar a riqueza cultural da obra que traz elementos de cordel e propõe um enfoque regionalista, abordando tradições dos romanceiros e narrativas nordetisnas. Sem contar com as lindas ilustrações de Romero de Andrade Lima.

  • O livro que me fez chorar: O Último Trem de Hiroshima – Charles Pellegrino

Demorei demais pra ler porque o livro é pesado e choca. Não sei se sou muito sensível a estas catástrofes, mas tive inúmeras vezes que fechar o livro, respirar fundo pra poder continuar. Desde o começo da leitura, olho para o céu, as árvores e as pessoas ao meu redor com outros olhos. Fico tentando imaginar como seria se de repente, em questão de três segundos, tudo isso virasse vapor e desaparecesse deixando um rastro de destruição irreversível. O livro com certeza nos faz refletir e muito. Conta, através de diversos depoimentos e histórias impressionantes como foi para aquelas pessoas o horror da bomba atômica. Muito bem embasado, Pellegrino conseguiu transmitir em palavras os impressionantes milésimos de segundos de cada instante, desde o lançamento da bomba em Hiroshima, até a destruição ainda maior em Nagasaki.

  • O melhor livro de fantasia: O HobbitJ. R. R. Tolkien

A história narra o trajeto do Hobbit Bilbo Bolseiro em busca do tesouro roubado pelo dragão Smaug há muitos anos. Nesta viagem repleta de aventura, Bilbo conta com a companhia de 13 anões, incluindo Thorin, cuja família foi uma das roubadas pelo dragão, e Gandalf, o mago que desaparece e aparece nas horas mais inesperadas da história. Durante a trajetória de Bilbo, Tolkien nos presenteia com descrições perfeitas das florestas, riachos, casas, vilarejos clareiras e toda espécie de relevo das Terras Ermas e também de seus habitantes: orcs, lobos, águias, elfos, trolls e outros. Fiquei realmente encantada com o mundo fantástico que Tolkien criou e é impossível não mergulhar fundo em sua narrativa e se ver ao lado dos anões, e do cativante Bilbo Bolseiro. Mestre na narrativa e na criatividade, Tolkien merece todos os elogios que lhe são tecidos desde o lançamento de seus livros, grandes clássicos modernos da literatura.

  • O livro que me decepcionou: A Sexta Mulher – Suzannah Dunn

O que realmente é ruim neste livro é que a história é narrada pela amiga de Catarina Parr e fala mais de sua própria vida do que da vida da Sexta Mulher, como se espera ser pelo título do livro. A Sexta Mulher fica apagada e omitida na história a maioria do tempo, enquanto você é obrigado a assistir sua melhor amiga traindo-a com seu marido enquanto ela está grávida.

  • O livro que me surpreendeu: Clarice, – Benjamin Moser

Acho que o que mais me chamou atenção é que Moser construiu a história de Clarice através de suas próprias obras, fazendo relações entre sua vida e seus livros, que é como a autora gostava e fazia questão de ser reconhecida. Além disso, é impossível não notar o respeito dele por Clarice, seu profissionalismo e narrativa envolvente. Fez pesquisas profundas e até mesmo viajou para a Ucrânia, onde Clarice nasceu, no intuito de ser o mais fiel possível. E foi. Tenho certeza de que a própria Clarice, que era tão discreta, ficaria feliz com esta biografia tão bem escrita. É com certeza o tipo de livro que você não quer que acabe nunca. Me senti vazia ao terminar a leitura, já com saudades de Clarice outra vez.

  • A frase que não saiu da minha cabeça:

Não deveríamos deixar a guerra acontecer nunca mais”.

─ Um sobrevivente,
Charlles Pellegrino in O Último Trem de Hiroshima

  • O(a) personagem do ano: Maria Tudor – Coleção The Tudors – Philippa Gregory

O caminho de Mary desde cedo traçado pelas sombras, não muda muito. Seu mundo é sempre rodeado por intrigas e conspirações que parecem vir até mesmo de sua querida irmã Elizabeth que quer ascender ao trono. O único momento de todo seu reinado em que Mary parece realmente feliz é quando se casa com o Príncipe Felipe da Espanha, por quem se apaixona perdidamente e por quem seu coração será despedaçado mais uma vez.

  • O Casal Perfeito: Fani e Leo de Fazendo meu Filme – Paula Pimenta
  • O(a) autor(a) revelação: Ana Paula Bergamasco e Paula Pimenta

Foram as duas novas autoras brasileiras que conheci este ano e me cativaram pela brilhante narrativa, cada uma em seu gênero. Recomendo!

  • O melhor livro nacional: Não Verás País Nenhum – Ignácio de Loyola Brandão

Angustiante. Impactante. Assustador. São algumas das palavras com as quais eu descrevo essa leitura que me surpreendeu do início ao fim. Este é o primeiro livro de Ignácio de Loyola Brandão que leio e com certeza não será o último. Gostei muito da história e de sua narrativa desenvolta que nos envolve na leitura e torna impossível não querer ir até o final, mesmo que este final pareça horripilante.

  • O melhor livro que li em 2011: O Bobo da Rainha – Philippa Gregory

O livro é simplesmente sensacional e foi para a lista de favoritos.Philippa conseguiu se superar nesta narrativa inebriante e impecável!

  • Li em 2011 76 livros
  • Minha meta literária para 2012 é 100 livros

Blogagem Coletiva de Abril: AUTOR NACIONAL

*um pouquinho atrasado, mas tá valendo:

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1 – Qual seu autor(a) nacional favorito(a)?
Clarice Lispector. A favorita nacional e internacional também. Não tenho nem muito o que explicar a não ser que Clarice parece escrever o que eu sinto, muito embora jamais tenha me conhecido! Sem comentários…

2 – Que livro nacional você recomendaria a quem não gosta de literatura nacional? (Pra convencer a pessoa que existe coisa boa, claro…)
Pode ser mais de um?

  • A Descoberta do Mundo – Clarice Lispector;
  • Uma Aprendizagem ou O Livro dos Prazeres – Clarice Lispector;
  • Ostra Feliz não faz Pérola – Rubem Alves;
  • Pequenas Epifânias – Caio Fernando Abreu;
  • Memórias Póstumas de Brás Cubas – Machado de Assis.

3 – Você lê mais literatura nacional ou internacional? Por que?
Confesso que não sou muito fã de literatura nacional, e leio muito mais internacional. Apesar de gostar muito de autores como Clarice, Caio F., Machado de Assis, Carlos Drummond, Cecília Meireles, alguns livros nacionais não prendem  minha atenção, principalmente quando tendem a tratar das mazelas do nosso país.

Blogagem Coletiva de Março: OSCAR

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1 – Você já leu algum livro cuja adaptação pro cinema ganhou um Oscar? Qual?
“O Velho e o Mar”, de Ernest Hemingway
“Memórias de uma Gueixa”, de Arthun Golden
“As Crônicas de Nárnia: O Leão, a Feiticeira e o Guarda-Roupa”, de C. S. Lewis

2 – Que impressão você teve sobre a adaptação? Foi fiel a história? Ficou melhor, pior, diferente? Mereceu a estatueta?
Dos três que citei acima só assisti os dois últimos. Tanto Memórias de uma Gueixa, quanto Crônicas de Nárnia viraram ótimas adaptações para o cinema. É claro que nem tudo é perfeito, sempre há modificações, e é muito difícil e raro o filme ser melhor que o livro, mas acredito que mereceram sim as estatuetas!

3 – Já aconteceu o oposto, de após um filme ganhar um Oscar, você buscar o livro pra ler? Qual? Por que?
Após o filme ganhar o Oscar só com Memórias de uma Gueixa. Mas após assistir o filme, já aconteceu várias vezes: O Jardineiro Fiel, O Leitor, A Outra (que o livro no qual foi baseado é A irmã de Ana Bolena), Operação Valquíria e depois de assistir O Discurso do Rei, também tenho vontade de lê-lo.

Blogagem Coletiva de Janeiro/Fevereiro: SUSPENSE

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1 – Você gosta do gênero suspense? Justifique.
Sim, não é o meu favorito, mas com certeza é um gênero delicioso de ler quando bem escrito. Gosto do mistério e da vontade que fica de saber mais e mais e mais e é impossível de largar um bom suspense. Várias vezes já fiquei lendo até de madrugada pra saber logo o final!

2 – Qual seu autor de suspense preferido?
Eu amo o Sidney Sheldon, apesar de os livros deles não serem realmente do gênero suspense. É mais romance policial, mas quem é que consegue ler Sidney Sheldon e dizer que não há suspense nos seus livros? É impossível largar e ele escreve tramas extraordinárias e consegue criar reviravoltas impossíveis nos finais de seus livros! Simplesmente AMO!

3 – Qual o melhor livro de suspense que você já leu? Não esqueça de uma resenha pra quem não leu o livro morrer de vontade de lê-lo…
Apesar de eu ter citado o Sidney como meu autor favorito, e de AMAR todos os livros dele, ainda assim, o melhor livro de suspense que eu já li foi:

Anjos & DemôniosDan Brown
É a primeira aventura de Robert Langdon, apesar de ter sido lançado após O Código DaVinci. O professor charmoso de Simbologia é chamado a um dos maiores centros de pesquisa científica do mundo, o CERN para investigar um símbolo marcado a fogo no peito de um cientista. O assassino consegue além de matar o cientista, roubar uma das armas mais poderosa da história. Langdon então vai para o Vaticano para impedir que a ressurgida fraternidade dos Illuminati consiga efetuar sua vingança contra seu maior inimigo: a Igreja Católica. Achei a maneira como Dan Brown escreve a história fantástica. Parecia o tempo todo que eu estava lendo o roteiro de um filme. Aliás, quando li O Código DaVinci eu não imaginei que poderia virar um filme, mas Anjos e Demônios na minha concepção já nasceu pra ser filme! Uma leitura eletrizante, que te prende totalmente do início ao fim. Sem contar que o meu lado “bibliotecária apaixonada pela profissão” ficou simplesmente fascinada com a parte em que o protagonista vai até o Arquivo do Vaticano. Além disso, não é possível não admirar um autor que consegue escrever um livro de quatrocentas páginas contando uma história que aconteceu em apenas quatro horas! Fantástico e recomendadíssimo.

4 – Dá pra reler um livro de suspense?
Sim, com certeza! Meu projeto é reler todos os livros do Sidney Sheldon algum dia pra relembrar suas tramas maravilhosas.

Retrospectiva Literária 2010

  • O livro infanto-juvenil que mais gostei: Coração de Tinta – Cornelia Funke

O livro tem tudo que eu gosto: fala de livros, tem uma personagem colecionadora de livros que é tudo que eu quero ser quando crescer (rs), o pai da mocinha é um restaurador de livros que é o meu sonho de profissão depois de ser bibliotecária, tem citações lindas nos inícios dos capítulos e eu sou apaixonada por citações e por fim uma história envolvente cheia de mistérios, magia e uma pitada de acontecimentos trágicos que na minha opinião torna a história mais verdadeira. Fantástico.

  • A aventura que me tirou o fôlego: Battle Royale – Koushun Takami, Masayuki Taguchi

Não é um livro e sim um Mangá, mas resolvi colocar mesmo assim pois essa leitura é de tirar o fôlego literalmente. É engraçado, porque a história é absurda e chocante, mas é simplesmente impossível de parar de ler. Fiquei impressionada com a maneira crua como os autores conseguiram demonstrar tantas facetas do caráter humano nessa história. Eu ainda me choco ao constatar até onde certas pessoas são capazes de chegar em momentos de crise. E ainda assim, no meio de tanto horror, foi possível manter em algumas personagens, os valores importantes e a esperança inabalável naquilo que é certo.

  • O terror que me deixou sem dormir: A menina que não sabia ler – John Harding

Não é um livro de terror, eu sei. Mas como não li nenhum desse gênero este ano, resolvi colocar este pois apesar de não ser terror, é um suspense que causa certo receio e até mesmo medo em alguns momentos. O final do livro é simplesmente chocante e até hoje me é difícil acreditar. Apesar de deixar algumas dúvidas não solucionadas, é um ótimo livro de mistério e suspense que vale a pena ser lido.

  • O suspense mais eletrizante: O símbolo Perdido – Dan Brown

Dan Brown foi mestre em sua narrativa dinâmica e incessante que tornava difícil deixar este livro de lado quando era necessário. Em vários momentos me vi ofegando como se os fatos estivessem acontecendo comigo e isso eu admiro demais em um autor: que ele faça você entrar na história, sentir o que as personagens sentem. Realmente eletrizante.

  • O romance que me fez suspirar: Orgulho e Preconceito – Jane Austen

Jane Austen foi ótima na narração deste romance. Quem é que ao lê-lo não se apaixonou por Mr. Darcy? Duvido. Eu suspirei e torci pelo casal durante toda a leitura. Apaixonante.

  • A saga que me conquistou: As Crônicas de Artur – Bernard Cornwell

Cornwell me conquistou no segundo livro desta trilogia impecavelmente narrada. Não me conquistou logo no primeiro livro, por um motivo: eu ansiava pelo romance e beleza que sempre imaginei na história de Rei Artur e imaginava feitos grandes para personagens como Morgana e Lancelot e ficava esperando flores onde as paisagens só podiam ser áridas, como a realidade: nua e crua. Cornwell, pelo que pude notar na leitura foi o mais fiel possível aos fatos históricos da época e embasou sua pesquisa em recentes descobertas arqueológicas deste imortal personagem, o que deixa tudo ainda mais interessante. A partir do segundo livro, passei a aceitar melhor a narrativa árida e daí pra frente fui conquistada pela saga.

  • O clássico que me marcou: Grandes Esperanças – Charles Dickens

Não é a toa que é um clássico da literatura mundial. Logo de início se é conquistado pelo narrador e principal protagonista dessa história: Pip. Quando digo de início, quero dizer logo nas primeiras linhas mesmo. Pip é encantandor, e sua linguagem tem o apelo da ingenuidade da criança que torna impossível não criar uma ligação com ele. E acho que começa daí o encanto dessa obra. Grandes Esperanças é uma história cheia “disso que chamamos de ‘minha vida'”, como diria Caio F. Abreu. Tristeza, horrores, medo, insegurança, culpa e principalmente “grandes esperanças”. Uma obra realmente fantástica, embora eu tenha que confessar que achei alguns capítulos cansativos e com informações irrelevantes ao contexto da história, mas é raro quando isso acontece e no todo a leitura é bastante prazerosa e flui com facilidade.

  • O livro que me fez refletir: Pequena Abelha – Chris Cleave

Pequena Abelha é de tirar o fôlego e o sossego. Não tem como você ler essa história e não se sentir um pouco incomodada com a realidade de que lá fora no mundo pessoas estão sofrendo, morrendo, passando por horrores enquanto nossa única reação é dizer “que horror” em frente ao noticíario tomando uma chá, ou café, ou qualquer coisa. A maneira especial com que o autor narra a história é totalmente envolvente e apaixonante. Demorei pra ler por pura falta de tempo, pois é o tipo de livro que você devora inteiro, sem conseguir largar.

  • O livro que me fez rir: O Xangô de Baker Street – Jô Soares

A história é super criativa e muito bem embasada por Jô, que fala com propriedade sobre o Rio de Janeiro e diversas culturas nacionais. A narrativa é atraente e engraçada, as situações cômicas e muito bem desenvolvidas. Confesso que só não gostei mais porque sou fã de Sherlock Holmes e em muitos momentos não me senti bem ao ler as sátiras acerca de sua pessoa. De qualquer forma, dei boas risadas e é uma leitura bastante agradável.

  • O livro que me fez chorar: A Princesa Leal – Philippa Gregory

Esse romance é fantástico. Conta com graça e perfeição a história emocionante de Catarina de Aragão (em minha opnião a verdadeira Rainha da Inglaterra apesar de tudo que lhe aconteceu depois). Neste livro podemos entender tudo que precedeu ao grande escândalo que foi a corte dos Tudors, e entender a história de Catarina desde quando era apenas uma criança e já acompanhava seus pais nas cruzadas pela Espanha. Catarina sofreu muito desde pequena para lutar por seu lugar ao lado do Rei da Inglaterra. Lutou com determinação, vivacidade e orgulho, apesar de tudo que lhe foi feito. Respeito e admiro sua coragem, seu amor, sua força que não a deixaram esmorecer nem mesmo quando tudo estava perdido.

  • O melhor livro de fantasia: As Crônicas de Nárnia – C. S. Lewis

As histórias de Nárnia são encantadoras e mágicas. “O Leão, a Feiticeira e o Guarda-Roupa” é au concours na minha opnião. História maravilhosa, ricamente descrita por Lewis. Intensa e Apaixonante como bem mostrado no filme. É a minha favorita. Das demais, gostei muito também de “A Viagem do Peregrino da Alvorada” e “O Cavalo e seu Menino” que prende a atenção do início ao fim.

  • O livro que me decepcionou: Sex and The City – Candace Bushnell

De verdade: não gostei. O seriado e o filme são muito superiores ao livro. Achei a escrita difícil, truncada e sem atrativos. Tive dificuldades de ir até o final.

  • O(a) personagem do ano: Lisbeth Salander – Trilogia Millenium

Uma heroína totalmente fora do comum. Heroína? Eu considero que sim, afinal ela salva a vida do Super-Blomkvist no primeiro livro da saga, além de cuidar de pôr em seu devido lugar os “bandidos” da história. Simplesmente A-D-O-R-O Lisbeth Salander. Uma personagem muito bem construída envolta de histórias macabras que te surpreendem pelo grau de realidade. A verdade nua e crua. Sou ultra-fã.

  • O(a) autor(a) revelação: Paolo Giordano

Confesso: comprei o livro “A solidão dos Números Primos” deste autor pelo título que achei lindo! Não sabia nada da história e sequer tinha lido algo a respeito, como geralmente faço antes de comprar. E muito menos tinha ouvido falar algo sobre esse autor. Comprei por impulso e fico feliz de o ter feito. É um livro intenso e doloroso, de leitura simples e rápida. Como um corte na pele, que incomoda no início e deixa uma cicatriz de lembrança pelo resto da vida. Grande parte do encantamento desse livro vem do modo maravilhoso como Giordano descreve os sentimentos das personagens. É muito poética a forma como ele fala da inadequação dos dois jovens ao mundo “normal” e “perfeito”, seus conflitos internos, seus problemas, seus traumas infantis, suas dificuldades, os encontros e desencontros. Giordano foi o autor revelação deste ano pra mim, pois fiquei apaixonada por sua forma de escrita.

  • O melhor livro nacional: Triste Fim de Policarpo Quaresma – Lima Barreto

Não foi o melhor que li, confesso. Li outros que gostei mais como “Antologia poética” do Vinícius de Moraes e “Aprendendo a Viver” da Clarice Lispector. Mas como gostei muito desse livro e foi uma surpresa pra mim a forma simples da narrativa de Lima Barreto, achei interessante colocar ele como destaque. Um livro ótimo da nossa literatura nacional.

  • O melhor livro que li em 2010: A Menina que Brincava com Fogo – Stieg Larsson

Uma narração perspicaz, detalhista, perfeita que te leva a entrar na história. Me suspreendi, prendi a respiração, sofri e ri em diversos momentos. Achei esse livro realmente sensacional! Uma história madura e alucinante que aborda diversos problemas sociais e realmente prende a sua atenção com personagens tão vivos e reais que parecem sair das páginas. Perfeito. Fantástico.