Porque somente o amor é capaz de transformar o mundo

O Natal foi ontem, mas uma grande amiga escreveu este texto e achei que merecia ser postado, para reflexão…

Para vocês aí que gostam tanto de falar em família, lembrem-se: Jesus nasceu pobre, humilde, foi perseguido e morto pelos poderosos. Ensinou a compreender, nunca julgar. “Atire a primeira pedra quem não tiver nenhum pecado”, foi o que ele disse para resgatar uma prostituta do apedrejamento em praça pública. Jesus encarnou nesse mundo para ensinar o AMOR, somente o amor.  Se ele estivesse nesse planeta, em carne e osso e agora, neste momento, ele seria negro, índio, pobre, gay, transgênero, com deficiência, refugiado, trabalhador, mulher! Ele escolheu ser humilde materialmente para poder demonstrar a grandeza do seu espírito. Ele escolheu estar perto das minorias. Em tempos sombrios de violência e medo, Jesus “não solta nossas mãos” porque ele é um de nós. Foi ofendido e humilhado, e venceu pelo AMOR.

TODO TIPO DE AMOR É JUSTO. Porque somente o amor é capaz de transformar o mundo.

O amor é o sentimento mais revolucionário que existe.

O VERDADEIRO JESUS É UM DE NÓS. Por isso ele É conosco! Não há razão para ter medo ❤

Feliz Natal! 🎄🎄🎄❤🎉✨

Texto escrito pela jornalista e mestranda Bárbara Garcia
e cedido carinhosamente a este blog para publicação. 

Feliz Natal e Ano Novo!!

“Não usemos bombas nem armas para conquistar o mundo. Usemos o amor e a compaixão. A Paz começa com um sorriso. Sorria pelo menos cinco vezes por dia para as pessoas a quem você normalmente não daria um sorriso. Faça isso pela paz. Irradiemos a paz de Deus e tornemo-nos o reflexo de Sua luz para extinguir no mundo e no coração dos homens toda espécie de ódio e o amor pelo poder. Sorria junto com os outros, embora isso nem sempre seja fácil”.

. Madre Teresa de Calcutá .

Observar a Si Mesma

“A maneira como falamos e a escolha do momento certo para falar podem ocasionar mudanças nos relacionamentos humanos. A fala amorosa e verdadeira pode causar impacto. A fala que reclama, insulta, exige, só provoca maiores desagravos e desentendimentos.
Se cada pessoa for capaz de observar a si mesma, em vez de exigir tanto dos outros, poderá causar transformações mais profundas e sutis nos seus relacionamentos individuais e sociais. Observe como você está se comportando, falando, pensando. Procure desenvolver um olhar de compreensão e ternura… O que parecia impossível se torna possível e a harmonia se restabelece quando penetramos o nível do amor incondicional”.

Monja Coen in A sabedoria da Transformação .

Permanece

“Quando percebemos nossos sentimentos e nossas emoções, quando conseguimos verbalizar o que sentimos, os libertamos. A verdadeira amizade permanece sem recalques, sem segredos. Na confiança de perceber e de compreender sem julgar”. 

.  Monja Coen in A sabedoria da Transformação .

Meus hábitos de Leitora (atualizando)

Há 10 anos atrás, Leonardo do Vísceras Literárias (que não existe mais, não consegui entrar no link 😦 ) me indicou e eu resolvi fazer!! E hoje, estou atualizando, com poucas mudanças, mas…

  1. Sempre antes de ler qualquer livro, abro na última página e leio a última palavra;
  2. Sou compulsiva por livros. Não posso receber promoção por e-mail ou entrar numa livraria sem comprar no mínimo um;
  3. Tenho mania de ler um livro ouvindo apenas uma música que é a que estou curtindo no momento, aí acabo associando o livro àquela música específica;
  4. Sou bastante influenciada a ler um livro pelo título;
  5. Adoro ler antes de dormir e no ônibus;
  6. Tenho muitos livros, mas nem perto do quanto eu realmente gostaria de ter e HOJE, graças DEus tenho um quarto só pra eles, e estantes que já estão abarrotadas precisando de renovação e mais espaço :o;
  7. Trato os livros como se fossem bens preciosos (e são!), não risco, não escrevo, não sublinho frases, não faço anotações, não dobro as pontas das páginas, só marco a página onde parei com um marcador e principalmente não leio enquanto estou me alimentando, ou deixo o livro próximo a comida, água ou qualquer coisa que possa causar o mínimo dano;
  8. Confesso que tenho algumas restrições quanto a emprestar meus livros. Só para quem eu tenho certeza cuidará bem deles e principalmente, me devolverá;
  9. Costumo chorar, rir, brigar com os personagens dos livros que leio. Pareço uma louca, eu sei, mas é inconsciente. Entro na história e é como se fizesse parte dela;
  10. Guardo todas as citações que mais gosto de todos os livros que já li e estou lendo aqui no meu blog e agora no meu insta também @blog_entreaspas ❤

E vocês? Quais são os hábitos de vocês como leitores? 🙂

10.12 – 98º Aniversário de Clarice

“Uma das coisas que aprendi é que se deve viver apesar de. Apesar de, se deve comer. Apesar de, se deve amar. Apesar de, se deve morrer. Inclusive muitas vezes é o próprio apesar de que nos empurra para a frente”.

. Clarice Lispector in Uma Aprendizagem ou o Livro dos Prazeres .

Cartas de amor aos livros

O livro no Brasil vive seus dias mais difíceis. Nas últimas semanas, as duas principais cadeias de lojas do país entraram em recuperação judicial, deixando um passivo enorme de pagamentos em suspenso. Mesmo com medidas sérias de gestão, elas podem ter dificuldades consideráveis de solução a médio prazo. O efeito cascata dessa crise é ainda incalculável, mas já assustador. O que acontece por aqui vai na maré contrária do mundo. Ninguém mais precisa salvar os livros de seu apocalipse, como se pensava em passado recente. O livro é a única mídia que resistiu globalmente a um processo de disrupção grave. Mas no Brasil de hoje a história é outra. Muitas cidades brasileiras ficarão sem livrarias e as editoras terão dificuldades de escoar seus livros e de fazer frente a um significativo prejuízo acumulado.

As editoras já vêm diminuindo o número de livros lançados, deixando autores de venda mais lenta fora de seus planos imediatos, demitindo funcionários em todas as áreas. Com a recuperação judicial da Cultura e da Saraiva, dezenas de lojas foram fechadas, centenas de livreiros foram despedidos, e as editoras ficaram sem 40% ou mais dos seus recebimentos— gerando um rombo que oferece riscos graves para o mercado editorial no Brasil.

Na Companhia das Letras sentimos tudo isto na pele, já que as maiores editoras são, naturalmente, as grandes credoras das livrarias, e, nesse sentido, foram muito prejudicadas financeiramente. Mas temos como superar a crise: os sócios dessas editoras têm capacidade financeira pessoal de investir em suas empresas, e muitos de nós não só queremos salvar nossos empreendimentos como somos também idealistas e, mais que tudo, guardamos profundo senso de proteção para com nossos autores e leitores.

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